sábado, 11 de fevereiro de 2012

Universal Studios


Nem só da Disney World vive Orlando. Os parques da Universal também são bastante conhecidos. Fomos até eles de carro, alugado. O estacionamento é gigantesco, não houve problema em encontrar vagas. Entramos pelo City Walk, uma área com restaurantes, lojas e shows que funciona como centro de entretenimento da região. Um pouco mais à frente, fica a entrada para o Universal (e também para o Island of Adventures, tema de um post próximo). A foto com o globo é um clássico!

Para nós, a primeira diferença foi saber que o "fast pass" deles, chamado de Express Plus Pass é pago e não é barato: 20 dólares à época. Ficamos indignados, porque na Disney isso é de graça! Portanto, não compramos e enfrentamos filas absurdas. Só no Shrek 4D foram 40 minutos. Na Hollywood Rip Ride Rockit, mais de 1 hora! Por isso, em alguns brinquedos do parque, optamos pelas single lines e brincamos separados mesmo.

Outra coisa que sentimos falta foi do padrão Disney de atendimento. Lá, em todo lugar as pessoas te cumprimentam, sorriem. Aqui não há isso. Não que tenhamos sido maltratados. É claro que não, mas na Disney parece que todos trabalham para que você saia extasiado.
Bem, vamos às atrações. Já citei duas. O Shrek 4D é um filme sobre a lua-de-mel dele e Fiona e tem esse nome porque, além das três dimensões, traz também sensações: as cadeiras balançam, há ventinhos saindo do banco da frente direto no seu rosto, gotinhas de água e cheiros. É bem legal, mas o tempo de fila dá uma desanimada.

Outra que já citei foi a Hollywood Rip Ride Rockit, a montanha-russa mais sinistra que já fui na vida. Começa com o carrinho subindo a 90°, o que dá a sensação de estar em um foguete e ser cuspido rumo ao céu. Depois vêm as decidas mais radicais que já vi e a mais de 100km/h. Tudo isso com dois alto falantes tocando a música que você escolher nos seus ouvidos. Demais!


A área mais concorrida do parque é a dos Simpsons. A montanha-russa é enorme e totalmente virtual. Você entra na fila e já vai assistindo um filmezinho sobre as férias dos Simpsons. Mas Side Show Bob deseja matá-los. Com esse gancho, você entra em carrinhos para 6 pessoas, tudo fica escuro, os carrinhos se elevam a uma determinada altura e uma gigantesca tela se acende na sua frente, simulando uma montanha-russa. Conforme as coisas acontecem, o carrinho balança, sacode e frea bruscamente. Não há óculos tridimensionais, porém você tem a sensação de estar vendo em 3D. 

Há uma área no parque mais dedicada às crianças, chamada Woody Woodpecker Kidzone, em que sempre há personagens para tirar fotos. No dia em que fomos, encontramos a família Simpson, a turma do Scooby Doo e o Pica-Pau.

Como os estúdios da Universal produzem muitos filmes, o parque acaba por ter esta temática. Assim, muitos brinquedos são inspirados em filmes. O melhor deles é o do Retorno da Múmia. São carrinhos que passam por efeitos especiais dignos de Hollywood. Na hora do fogo, o calor que você sente é assustador! O carrinho anda para frente e de ré e enfrenta descidas alucinantes em altíssima velocidade. Quisemos ir de novo, para liberar mais adrenalina.

Existe também um brinquedo do filme MIB - Men in Black. Se parece muito com o do Toy Story, do Hollywood Studios, porém com muito menos emoção. Eu, pessoalmente, achei meio chato. Para o filme Tubarão também há uma atração, um passeio de barco por um rio de verdade em que um tubarão cenográfico aparece e o barco remexe muito. Como o tubarão em si é muito malfeito, meio tosco, a brincadeira perde a graça. Outros brinquedos se dedicam ao E.T., ao Os Fantasmas se Divertem, ao George o Curioso etc. Como não fomos, não posso opinar. 


Estivemos em dois que simulam os efeitos especiais do cinema. Um é o Twister... Ride It Out. Você entra em uma espécie de anfiteatro e assiste aos efeitos de um tufão, com vacas voando e a destruição da cidade cenográfica. Outro é o Disaster! Esse foi o mais cinematográfico de todos. Você entra em uma sala, senta e o diretor chama alguns voluntários para gravarem cenas. Tudo é meio esquisito porque não dá pra entender o que virá. Depois, vamos para outro ambiente, onde são gravadas cenas com água, fogo, mas ainda não dá pra entender nada. Por último, entramos em vagões de metrô, sentamos, o trem anda para trás e para frente e, de repente, tudo começa a se mexer, como se houvesse um terremoto, com paredes caindo e tubulações de água estourando. Ao sairmos dos vagões, voltamos para a sala inicial e assistimos ao filme que foi gravado conosco. Com a edição, parece que estamos vendo aqueles filmes de ação cheio de desastres naturais e acontecimentos imprevistos.

Entramos de manhã e saímos no fim do dia esgotados. Almoçamos no Mel's Drive In, uma lanchonete toda anos 50 em que as mesas são pedaços de carros. Comemos o clássico hamburger com batatas fritas. Atravessamos a cidade e voltamos para a Disney pensando que Orlando é mesmo uma cidade incrível por concentrar tanta diversão em tão pouco espaço.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Epcot Center


Segundo parque da viagem. Aquele com a famosa bola e os conhecidos pavilhões dos países. No Epcot, as coisas são realmente divididas nestas duas partes: o Future World e o World Showcase. A primeira área é dedicada à tecnologia e aos brinquedos futurísticos. Na segunda, estão as representações de 11 países, com réplicas de monumentos e restaurantes típicos.
.
Quando você entra no parque, dá de cara com a grande bola, símbolo do parque. Dentro dela, a Spaceship Earth, uma espécie de passeio pela história da humanidade. No início do trajeto, será tirada uma foto sua que, ao final, comporá um vídeo que você pode enviar por e-mail para a família e os amigos. No fim, há um enorme espaço interativo, com várias atividades para você divertir. Meu marido e eu demos muita risada jogando hóquei virtual.
.

Como sempre acontece em todos os parques da Disney, você sai dentro de uma lojinha. É impressionante como todo brinquedo acaba em uma delas. Resista a tentação! Mas se quiser muito muito muito uma coisa, não precisa comprar necessariamente nesta loja, porque os itens que não são customizados para aquele brinquedo se repetem em outras lojas. Nós compramos quase tudo na lojinha do hotel mesmo. Caso você não esteja hospedado num hotel dentro do complexo, há uma loja quase na saída do Epcot que é bem grande e tem itens baratos, ótimos para serem trazidos de presente (lápis, bloquinhos, porta copos etc.).

Esse Mickey fica na loja do Mission Space. O brinquedo simula uma viagem de foguete, com cabine apertada e tudo. Logo após a entrada a fila se divide em duas: verde e vermelho. A linha verde é para os que gostam de emoção, mas não curtem passar mal. A vermelha é para quem é duro na queda, pois os tremeliques e giros do brinquedo fazem muita gente vomitar. Nós fomos no verde e achamos bastante sem graça. Nem nos animamos de ir no vermelho, porque logo em frente tinha outro brinquedo que nos chamou a atenção e para o qual já tínhamos pegado o fast pass.

Era o Test Track, uma simulador de testes de automóvel. Você arranca com toda velocidade, frea de repente, faz curvas inesperadas e, na reta, vai a uma velocidade bem alta. Como o carrinho segue em trilhos e ninguém dirige, a coisa não é tão emocionante assim. Meu marido, apaixonado por carros, adorou e quis ir de novo. Na saída, ainda tem uma exposição de automóveis da GM que atrai os marmanjos.

O Future World é dividido em muitos pavilhões, cada um dedicado a um tema, sempre com um olho nas novas tecnologias. Tem o da energia, o da agricultura, o da saúde etc. Nós passamos rapidamente por eles, só nos detivemos mais tempo em um: o Innoventions. Lá, andamos nos Segaways, aquelas bigas pós-modernas que são comandadas pelo movimento do corpo, e experimentamos as últimas novidades em videogames. Na época, vimos como funcionaria o Kinect e ficamos impressionados!

O brinquedo mais falado do parque (e o que mais gostamos) é o Soarin. É outro simulador, porém esse imprime emoção à coisa. Você se senta, as luzes se apagam, as cadeiras levantam e se aproximam de uma mega tela. Um filme começa a passar, vento bate em seu rosto e a impressão que se tem é a de estar voando em uma asa delta sobre a Califórnia. O mais legal é que não se trata somente de ver a projeção, há sensações como a do vento, o cheirinho de laranja quando se passa sobre a plantação e o movimento das cadeiras que faz parecer que você está voando mesmo. O fast pass é concorrido, pegue logo e vá ver as outras atrações do pavilhão e próximas a ele.

No mesmo prédio, chamado de The Land, rola um teatrinho super bacana com o Simba, o Timão e o Pumba, do Rei Leão. Adoro a música do filme e fiquei vidrada na encenação. Perto deste pavilhão, há o brinquedo do Nemo (que eu também sou apaixonada!). É um carrinho-concha em que você entra e passeia pelo fundo do mar, com cenários extremamente bem feitos e, em algumas partes, se vê um aquário gigante com muitos peixes. É lindo, calmo e deixa as crianças enlouquecidas. Na saída, dá pra tirar foto com a Dory, o Nemo e toda a turma.


Atravessando a ponte do enorme lago do parque, chega-se ao World Showcase. Margeando o lago, dá pra visitar todos os pavilhões, conhecer um pouquinho mais da história dos países e ver os monumentos típicos de cada lugar.

No da Alemanha, passamos rapidamente. No do Canadá, vimos os totens típicos dos nativos e assistimos ao "cinema 180 graus" que apresenta as atrações do país. Até que gostamos e deu vontade de ir, apesar de termos ficado com a música da Celine Dyon na mente para sempre (Canada, my Canada...). Passamos direto pelo da China, Estados Unidos e Itália, porque fomos surpreendidos por um temporal sinistro. Almoçamos no da França, onde há uma réplica da Torre Eiffel, artistas de rua fazendo números e um restaurante ótimo, gerenciado por Paul Bocuse, Roger Vergé e Gaston LeNotre, chefs franceses famosos. Até o Remy do Ratatouille veio nos cumprimentar! Para quem quer só lanchar, há uma boulangerie incrível nesta mesma área. E dá pra comprar perfumes também.

O pavilhão do Japão é ótimo para comprar bobagens japonesas. Dentro de uma réplica de um templo, há uma loja grande, um restaurante típico e um local que vende bonsais. A área do Marrocos é bem bonita, com os azulejos típicos daquela região e arquitetura moura. O restaurante Marrakesh é maravilhoso e há show de dança do ventre. O mexicano é o pavilhão mais animado de todos. Tem sempre uma música ou mariachis tocando. Dentro dele há um restaurante (sempre lotado) e o único brinquedo onde aparece o Zé Carioca. É um passeio de barco onde vemos bonecos dançantes com a roupa típica do país e projeções de desenhos com os "personagens latinos" da Disney. Em frente a este pavilhão, há uma lanchonete mexicana que supriu bem o nosso desejo. Comi nachos com queijo e carne picante que estavam perfeitos!

No espaço dedicado ao Reino Unido, havia um pub e funcionários vestidos como os primeiros jogadores de futebol batiam uma bolinha na rua com quem quisesse parar para jogar. Uma loja vendia camisetas dos times ingleses e parecia fazer sucesso. O último pavilhão que fomos foi o da Noruega. Experimentamos chapéus vikings na lojinha e entramos no brinquedo mais radical desta área. É outro passeio de barco, porém, desta vez, com um pouco mais de emoção, pois há ataques.


É na World Showcase, mais precisamente no meio do lago, que acontece o show de luzes e fogos de artifício que anuncia o fechamento do parque. Como não sabíamos, chegamos meio em cima da hora e não conseguimos ficar colados à grade. Logo, não vimos muita coisa. Foi tranquilo de ver os fogos, mas a esfera que surge de dentro do lago e solta uma labareda de fogo foi vista de relance. Não deixe de assistir, muitos dizem que é o melhor encerramento da Disney.

Se estiver com crianças, o passeio pelo World Showcase pode ser cansativo demais para elas. Se estiver com idosos, será o melhor da festa. Eu, pessoalmente, adorei, pela possibilidade de viajar sem sair do parque. De qualquer forma, prepare-se para o parque com menos brinquedos radicais de todos, mas nem por isso menos interessante.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Hollywood Studios


Nosso primeiro parque na Disney! Que emoção! A primeira providência: pegar um mapa. Como os parques são em terrenos gigantescos, sem um mapa você corre o risco de se perder ou perder alguma atração que gostaria muito de ver. Nos mapas, há a localização (claro!), o horário de funcionamento da atração - o que é fundamental para os casos de apresentações -, e se ele tem ou não o fast pass.

O fast pass é um passe que marca a hora para você voltar à atração. Funciona assim: você insere o seu ingresso em uma máquina e ela te dá um bilhete dizendo a hora que você deve voltar ao brinquedo. Não a hora exata, mas um período curto de tempo, geralmente meia hora, algo como 15:00 às 15:30. Neste horário, você entra em uma fila infinitamente menor do que a dos que não tem o fast pass. Isso funciona porque dilui a quantidade de gente ao longo do dia. Porém, o fast pass só vale para quem adquire o ingresso Magia à Sua Maneira e você só pode pegar outro depois de utilizar o primeiro. Ou seja, se são 10 horas e você pegou em um brinquedo um fast pass para as 14 horas, só depois deste horário você consegue pegar outro fast pass, mesmo que seja em um brinquedo diferente. Logo, para aproveitar o máximo de atrações, é preciso se programar.

Nosso primeiro brinquedo foi a The Twilight Zone Tower of Terror. Se você conhece alguém que já esteve neste parque, certamente esta pessoa te falou sobre esse brinquedo. Trata-se de um torre, com o aspecto de uma antigo hotel abandonado, em que você senta em um elevador e este despenca 60 metros. A queda é mais rápida do que uma queda livre, porque cabos puxam a cabine para baixo, e sempre é diferente. Nós fomos 4 vezes e cada uma foi de um jeito. Quando você chega ao topo, no breu total, as janelas do hotel se abrem e você avista o parque inteiro, o que dá noção da altura em você se encontra. Como em todos os brinquedos da Disney, sempre há um clima que faz você realmente entrar na magia da coisa. Neste, há a recepção abandonada e os funcionários fazem cara de maluco e ficam te desejando boa sorte. Em várias atrações, inclusive essa, há um videozinho antes de você entrar de fato, o que ameniza o tempo de espera, pois você vai vendo o vídeo enquanto o grupo à sua frente brinca e você já sente que está no brinquedo.

Do lado da torre, está a montanha-russa do Aerosmith. Não é exatamente o conceito que temos de montanhas-russas, porque ela é totalmente fechada. Você entra no carrinho, que tem o layout de uma limusine, como se estivesse indo a um show do Aerosmith. Então, o carrinho dá a partida numa velocidade absurda e você entra num túnel escuro no qual só dá pra ver as placas de trânsito em neon passando rapidamente por você. E, como sempre, tem o vídeo com a banda, a música dos caras toca super alto durante o trajeto do carrinho e tudo faz com você se sinta realmente junto da banda.

O parque se divide em quatro áreas: Hollywood Boulevard, Sunset Boulevard, Pixar Place e Streets of America. A Sunset Boulevard é a rua em que se chega às atrações que já descrevi, ao palco em que há o lindíssimo musical de A Bela e A Fera e onde há várias construções imitando bares, mas que na verdade são lojinhas.
A Hollywood Boulevard é marcada pelo grande símbolo do parque, o gigante chapéu azul, com estrelas, que o Mickey usava no filme Fantasia. A grande atração desta área é o palco do The American Idol Experience, onde todos podem cantar e participar da grande final no fim do dia. É cheia, mas percebi que não tem muito valor para os não-americanos.


A Pixar Place é a área onde se concentram os estúdios de animação da Disney, hoje parceiros da Pixar. Dá pra ver uma exposição com fotos, áudios e vídeos dos filmes dos estúdios e há uma área onde sempre tem algum persongem para você tirar foto. No nosso dia, estavam lá o Sr. e Sra. Incrível. Tiramos fotos com eles, claro, pois meu marido ama o filme. Estas não foram pagas, o que é raro nos parques.

É nessa área que está a atração que mais faz sucesso no parque, especialmente com as crianças: Toy Story Mania! Para você ter uma ideia, pegamos às 10:30 o fast pass para voltarmos às 15:30! Por muita, muita sorte, achamos no chão dois fast pass para a atração, o que permitiu que brincássemos mais de uma vez. E dá mesmo vontade de ir de novo. Se você estiver/puder ir sozinho, a single line facilita muito. Quase todos os brinquedos mais bombados tem uma fila para quem vai só, pois muitas vezes sobra lugar no carrinho, já que todo mundo quer ir com o seu grupo. Neste caso, vale a pena.

O brinquedo é muito bom. Você entra num carrinho, coloca os seus óculos 3D, segura o seu atirador com mira laser. Ao passar pelas enormes telas, você atira nos pratos, bichinhos, bolas de assoprar. Woody e Buzzy Lightyear ficam te incentivando e o placar do seu carrinho mostra o quanto você acertou. Parece fácil, mas não é, porque o carrinho fica fazendo movimentos bruscos toda hora. Mas é bastante divertido e todos saem com vontade de entrar novamente.

Na área denominada Streets of America, encontramos ruas idênticas às locações de muitos filmes. Esta parte do parque é dedicada ao cinema. Foram feitas as ladeiras de São Francisco (ainda que seja uma ilusão de ótica), as típicas casas nova iorquinas com suas escadarias, uma réplica perfeita da fachada do Bank of America, uma Chinatown e muito mais. Há até o poste com o guarda-chuva de Dançando na Chuva, que, quando você pisa, solta um jato de água para você fazer a sua foto perfeita.

Os homens costumam gostar muito da Light, Motors, Action! Extreme Stunt Show. É um show de carros, com muito cavalo-de-pau, freadas intensas e perseguições. Mostra como são feitas as cenas de ação no cinema, com dublês pulando de prédios e com roupas em chamas. Tem até o Herbie, de Se Meu Fusca Falasse. Você assiste à gravação das cenas na arquibancada e, no final, o diretor mostra um filme com o que foi gravado naquele dia. Impressiona quando você vê na tela que as cenas que você viu ficam totalmente diferentes, muito mais emocionantes.

É aí também que acontece a parada. Todos os parques da Disney tem uma parada, ou seja, um desfile, em determinado momento do dia. A do Hollywood Studios, chamada de Block Party Bash, é mais legal, na minha opinião, porque você pode participar dela. Os dançarinos te chamam para fazer a coreografia, os personagens puxam as crianças para dentro do desfile e a música é contagiante (fica, inclusive, tocando na sua cabeça o resto do dia). Como esse parque é mais voltado para o cinema, os personagens da parada são os dos filmes, como os do Monstros S.A. e do Toy Story. Dá até pra tirar fotos com eles!

Quanto ao quesito alimentação, como tínhamos o plano de refeições (vou falar dele no post final), almoçamos no Mama Melrose's, um restaurante italiano. A comida era bem gostosa e familiar ao nosso paladar. No fim do dia, lanchamos hambúrguer com fritas no Farifax Fries.

Saldo: voltamos pro hotel esgotados (ainda bem que havia banheira no quarto para colocar meus peszinhos cansados) e absolutamente felizes pelo nosso primeiro dia de Disney ter sido tão gostoso!

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Prefácio de Orlando


Foto tirada de dentro do carro na entrada do complexo da Disney

Não sei para vocês, mas para mim não foi fácil fazer 30 anos. Rolou uma coisa estranha, como se a juventude tivesse acabado de repente. Então, pra me fazer feliz e pensar que eu ainda podia ser uma criaturinha que me divertia, meu marido e eu fizemos uma viagem para Disney. Fomos só nós dois, sem nenhuma criança, mas nos acabamos como duas delas.

Não visitamos todos os parques. Como tínhamos apenas 10 dias, tivemos que selecionar. Saímos do Brasil num sábado, voamos a noite inteira e chegamos em Orlando no domingo. Neste mesmo dia, alugamos um carro e fomos a um outlet e ao Walmart. Dedicamos os cinco dias seguintes a parques, um por dia: Hollywood Studios, Epcot Center, Magic Kingdom, Animal Kingdom e Universal Studios. No sábado, nosso derradeiro dia inteiro, fomos ao Island of Adventures e a um segundo outlet, para comprar as últimas coisas. No dia seguinte, arrumamos as malas, almoçamos e partimos para a nossa longa viagem de volta rumo ao Brasil. Chegamos na segunda pela manhã.

A viagem foi feita em 2009, portanto não colocarei valores, pois certamente estarão defasados. Darei apenas a minha opinião sobre o que vale ou não a pena em cada situação. Vou postando durante a semana, fazendo posts individuais para cada parque.

Se você já esteve em Orlando uma dezena de vezes, acredito que as minhas dicas não te ajudarão muito. Porém, se esta será a sua primeira ou segunda vez, espero auxiliá-lo com a nossa parca experiência.

Caso você esteja lendo o post por ler, tomara que a narrativa te conquiste e te faça planejar a viagem, porque, acredite, não há idade para aproveitar os parques e a cidade, vimos gente de todos os tipos, credos, etnias e faixas etárias por lá. E é um lugar onde os sonhos realmente se tornam realidade!

Até a próxima!

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Compras Coletivas de Hotéis


Tá super na moda comprar hospedagem em sites de compra coletiva. Bem, eu, particularmente, não compro.

Primeiro porque raramente acho que está barato. Os sites colocam lá aquela porcentagem de desconto, mas, se você for ver no Booking ou no Hotéis.com, geralmente o desconto é ínfimo.

Segundo porque tem muitas restrições. E eu, como não recebi herança, preciso trabalhar e só posso viajar nas folgas do trabalho. Ou seja, férias ou feriados. E estas ofertas dificilmente liberam para períodos de alta temporada.

Terceiro porque eu não gosto do duvidoso. Gosto da certeza. Pagar uma coisa antes e depois resolver quando vai dar para ir não é comigo. Fico sempre achando que vou ligar pra pousada e ela nunca vai permitir a minha estadia no período que quero/preciso.

Mas, nem tudo está perdido. Descobri estes dois sites que oferecem hotéis com um preço mais baixo que o normal e você já compra com a data especificada. É quase um Decolar de luxo, pois o grande diferencial deles é oferecer hospedagem com padrão diferenciado. Hoje, vi o Breezes, de Búzios, por 1600 reais para dois em pleno feriado (no Zarpo). Se você pensar bem, 800 reais por pessoa para 4 dias com tudo incluído é um bom preço. Dá pra parcelar em 3 vezes, o que suaviza a pancada.

Seguem os links para quem quiser se cadastrar:

Venio: http://www.venio.com.br/convite/89EB9I

Zarpo: http://bit.ly/ydzDtf

Até a próxima!

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Morro de São Paulo


Pense em uma ilha. Pense em praias mansas, de águas transparentes, em que se vê uma pessoa a cada 20 minutos. Pense em pousadas chiques, em que você não precisa sair dela para nada. Agora pense em outra ilha. Pense em bares, com cerveja gelada e muitos sabores de caipifrutas. Pense em gente bonita jogando vôlei ou frescobol na areia. Pense em música alta tocando. Qual das duas você prefere? Qualquer que seja a opção, Morro de São Paulo se adequa a ela.

Morro, como o lugar é conhecido pelos íntimos, é uma ilha no litoral da Bahia em que é possível ter tranquilidade quase entediante e agito quase extenuante no mesmo dia. Lá localiza-se por praias numeradas: Primeira Praia, Segunda Praia, e assim vai até a Quinta. A Primeira, a Segunda e Terceira não são muito distantes entre si, de uma ponta a outra leva-se no máximo 15 minutos de caminhada. A Quarta é bastante comprida e, portanto, pode ser mais perto ou mais longe. Já a Quinta é muito distante, eu não recomendaria uma caminhada da Primeira até a Quinta Praia, porque vai demorar cerca de duas horas.

Sendo assim, é bom escolher entre o agito e a calmaria antes de escolher o local de hospedagem. As três primeiras praias são as do "fervo", as duas últimas, as da tranquilidade. Então, não adianta pensar que quer sossego de dia e festa à noite, porque a Segunda Praia, onde rolam os bares mais animados, é longe, caminhar de lá até a Quarta ou a Quinta não é recomendável e os buggys que fazem às vezes de táxi cobram 20 reais por trecho (algumas pousadas oferecem traslado grátis, mesmo assim acho que não acontece a noite toda).

As melhores praias, na minha opinião, são a Segunda e a Quarta. A Primeira é pequenininha, da Terceita saem os passeios de barco, então a água fica meio esquisita, e a Quinta não achei boa não, tem muito mangue... A Segunda é ótima, tem ondas leves e você consegue ficar um pouco mais fundo. A Quarta tem o mar transparente, lindo, lindo, e muitos corais, que formam piscininhas cheias de peixes. Na Segunda, há mais estrutura, muitos bares e restaurantes; na Quarta só há dois, um ao lado do outro, em frente às piscinas naturais.

Aliás, comer é tarefa mais complicada para quem se hospeda na Quarta. Não há muitos restaurantes e os que existem ficam dentro das pousadas (eu, por exemplo, fico meio sem graça de entrar só pra comer). A maior oferta é no centrinho, localizado entre o cais do porto e a Primeira Praia. Lá você encontra restaurantes simples, que servem PFs, pizzarias, lanchonetes, sorveterias e tudo mais. Na Segunda também há restaurantes, um pouco mais caros, que montam suas mesas na areia. É bom lembrar que trata-se de uma ilha, logo a chegada de alimentos não é das tarefas mais simples. Peixes e frutos do mar são frequentes no cardápio e a garantia de que estejam frescos é maior.


Por falar em chegar à ilha, existem três opções de trajeto, que você adequa ao seu tempo e ao seu bolso. A mais cara e mais rápida é ir de avião. O avião sai do aeroporto de Salvador e chega em Morro em meia hora. Custa cerca de 200 reais. O catamarã também sai de Salvador, do porto que fica em frente ao Mercado Modelo. O barco é grande e faz o percurso em duas horas. Balança um pouco, é bom tomar um Dramim. Custa 75 reais o trecho. Há vários horários e, se não for alta temporada, dá pra comprar a passagem na hora. O modo mais barato, todavia mais demorado, é ir por Valença. Saindo de Salvador, você deve pegar o ferryboat até a Ilha de Itaparica, de lá toma-se o ônibus até Valença e do cais da cidade sai uma lancha rápida para Morro. Não sei qual o valor nos dias de hoje, mas não deve ser mais do que 40 reais. Ao chegar ao cais de Morro, você deve pagar uma taxa de turismo, 10 reais por pessoa, independente do tempo que for ficar.

Há muitos carregadores de malas no cais, uma vez que os carros só podem circular entre a Segunda e a Quarta Praias. Eles são insistentes e se você estiver usando uma mala de rodinhas, pode ser uma boa opção. De um trevo da Segunda Praia, saem os carros das pousadas mais distantes. Marque com a sua pousada o traslado.

Chegando lá, se dispa do estresse, da correria e das preocupações (isso se você não fez como eu, escolheu uma pousada mais barata e chegando lá esperou mais de meia hora pelo motorista debaixo do sol escaldante, com mochila nas costas, e ainda descobriu que a pousada estava no meio do mato e distante da praia). O roteiro em Morro se resume a praia durante o dia, assistir o pôr-do-sol no Farol ou nas ruínas da Fortaleza, jantar e cama ou jantar e balada - rolam luaus maravilhosos na Segunda Praia.

Se quiser mais adrenalina, há uma tirolesa que desce do morro onde está o Farol até a Primeira Praia. Algumas agências de turismo oferecem mergulho com cilindro de oxigênio (se quiser apenas ver peixinhos, alugue um snorkel e vá para as piscinas naturais da Quarta Praia). Se estiver sentindo falta de gastar calorias, caminhe até a Quinta Praia ou alugue uma bicicleta. Se a vontade for de conhecer novos lugares, faça o passeio de barco até a Ilha de Boipeba - na minha opinião, Boipeba merece mais do que algumas horas, você deve ficar hospedado lá e passar alguns dias na mais completa paz. Só não saia de lá dizendo que não fez nada! Dá pra fazer muita coisa nessa ilha!

Viaje bem

Para quem vai com pouca grana: escolha uma pousada na vila - elas não têm piscina ou outros luxos e ainda ficam próximas aos restaurantes mais baratos; chegue em Morro pelo trajeto mais longo, indo até Valença - o custo compensa o tempo e ainda tem a vantagem de você passar menos tempo enjoando no barco; almoce PFs de peixe ou camarão - é bom, barato e fresquinho; passe o dia na praia e veja o pôr-do-sol todos os dias - é de graça e lindo; curta a balada na Segunda Praia - não custa nada e ainda tem um monte de barraquinhas de caipifruta pra você se embebedar por pouco.

Para quem vai com alguma grana: procure pousadas que possuam alguma estrutura, pois em Morro o gostoso é passar o dia do mar para a piscina - sugiro a Porto do Zimbo, na Quarta Praia, e a Villa dos Graffitis, na Segunda; chegue em Morro de catamarã - não se perde tanto tempo nem tanto dinheiro; aproveite o café da manhã da pousada e deixe para almoçar mais tarde - assim você economiza no jantar e gasta o que sobrou na balada; passe o dia na praia, na piscina, caminhe até a Quinta Praia e conheça o Farol e a Fortaleza - mas só tiver mais tempo, caso contrário gaste o seu dia relaxando na praia; curta a balada na Segunda Praia - se essa não for sua intenção, durma cedo para aproveitar mais ainda o dia seguinte.

Para quem vai com muita grana: a sua pousada é a Villa dos Corais - fica super bem localizada, entre a Terceira e a Quarta Praias, perto do agito e do sossego, e ainda é linda; chegue em Morro de avião - é melhor gastar um pouco mais e ter mais tempo na ilha; faça suas refeições em restaurantes melhores - só não espere luxo, a sofisticação em Morro tem um ar simples; usufrua das piscinas naturais da Quarta Praia, da piscina do seu hotel e estique até a Segunda, se quiser algo diferente - mas pense que você tem praias como a Segunda em outros lugares, as piscinas naturais são mais raras; se a night é o seu forte, aproveite - Morro é famosa pela juventude baladeira.

Até a próxima!

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Cervejaria Eisenbahn


A moda das cervejarias está no auge. Todo mundo anda fabricando a sua própria cerveja. Alguns, por fazerem bem feita, despertam a atenção dos grandes fabricantes. É o caso da Eisenbahn, em Blumenau, comprada pela Schincariol em 2008.

Quando visitei a fábrica, ela ainda era uma cervejaria independente e mantinha (ainda mantém) um pequeno bar/loja na parte da frente, onde somente uma parede de vidro nos separa da produção. Lá você prova todos os tipos de cerveja que eles produzem. É possível, inclusive, fazer uma degustação de chopps.


Como mostra a foto, são quatro chopps diferentes, servidos em copos de 50ml, dispostos em um "jogo americano" explicativo, o qual traz informações sobre os ingredientes e a fabricação de cada tipo. Assim, você consegue provar um pouquinho de cada e achar o que mais combina com o seu paladar - para, em seguida, pedí-lo em uma caneca grande.

A cervejaria também faz visitas guiadas (horários no site). Infelizmente, não fiz pois fomos tarde... Mas trouxemos várias long necks da marca para casa!

Ah, o Mulligan Irish Pub, em Porto Alegre, também oferece essa degustação. Fiz esse post justamente porque estive lá há poucos dias e vi esse item no cardápio.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Rio Restaurant Week


Começou a Rio Restaurant Week. Para quem não sabe, trata-se de um período - que neste ano vai de 17 a 30 de outubro - em que os restaurantes possuem um menu a preço fixo para que as pessoas possam aproveitar suas delícias por um preço mais acessível. O valor é diferente para almoço e jantar, sendo R$31,90 para o primeiro e R$43,90 para o segundo.

A lista de restaurantes participantes você encontra no site: http://www.restaurantweek.com.br/. Escolha Rio de Janeiro como evento para ver os estabelecimentos cariocas. Se você clicar no nome do restaurante, abrirá um página com o menu que, em geral, traz duas opções para a entrada, o prato principal e a sobremesa, os quais podem ser combinados entre si.

O preço não chega a ser uma pechincha e, na minha modesta opinião, não vale a pena para todos os restaurantes. Dou preferência aos mais caros. Então, minhas dicas são:

- Siri Mole, na Barra: funciona com menu somente para o jantar, mas, pela qualidade, vale a esticada até lá;
- Barracuda, na Marina da Glória: também é somente jantar, porém é considerado um dos melhores restaurantes de peixe do Rio e costuma ser bem caro;
- Quadrucci, em Ipanema: este é só almoço, então pode ser uma refeição pós-praia. Costuma ter artistas e personalidades, porque é famosinho por aqui;
- Casarão 1881, no Centro: boa opção para um intervalo no passeio pelo centro histórico. Fica perto da Praça XV e do CCBB, numa região linda da cidade e que costuma atrair muitos turistas.

Então, se você é morador ou se está passando uns dias no Rio, aproveite a oportunidade e faça sua refeição em ótimos restaurantes por um preço amigável.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Hopi Hari


Em tempos de dia das crianças, a sugestão é um lugar feito para elas. Não precisa ser criança pequena, as crianças grandes também se divertem! Falo do Hopi Hari, um dos poucos parques de diversão de nível no Brasil. Fica em São Paulo, mais especificamente na cidade de Vinhedo, no meio do caminho entre a capital e Campinas.

O parque é enorme, vale dar uma olhada no site para ver o mapa. Há uma divisão de áreas por temas, o que acaba ajudando também na distribuição de pessoas por faixa etária. Existem brinquedos que agradam aos bem novinhos, aos maiores, aos adolescentes e aos adultos. Tem brinquedo com emoção e sem. Ou seja, dá pra família toda se divertir.

O passaporte dá direito a quase todos os brinquedos. Só o Katakum (um simulador de vôo, meio bungue jump, meio asadelta) e o Hadikali (um teatrinho interativo de terror) são pagos à parte. Entretanto, como as filas são absurdamente gigantescas e desorganizadas, o melhor é comprar um passe que dá direito a furá-las uma vez em cada brinquedo.



Aliás, as filas são o principal problema do parque. Se você não comprar o passe, não vai conseguir andar nos principais brinquedos em um só dia, porque perde-se muito tempo esperando. Já estive nos parques da Disney (sim, vou postar em breve) e lá faz-se de tudo para que você fique o mínimo possível na fila, pois a diversão acaba neste tempo de espera. Há duas opções para quem não quer ficar parado, mofando: 1. o fast pass, que nada mais é do que um ticket, dado por uma máquina, que marca o horário para você voltar àquele brinquedo e entrar por uma outra fila, infinitamente menor. Isso faz com que a demanda se dilua durante o dia e minimize o tempo de fila para todos; 2. os single riders: se você aceita dividir a cadeira com um estranho, entra na fila dos "sozinhos" e se encaixa naqueles lugares que sobram nos brinquedos porque as outras pessoas querem ir com o seu grupo. Isso faz com que o brinquedo não tenha lugares ociosos e, quem se dispõe, praticamente não espera. É tudo uma questão de organização para tornar a sua experiência no local o mais gostosa possível. Mas, como não existe no Hopi Hari, considere o valor do passe.

Eu, particularmente, adoro a Montezuma, que é a montanha-russa de madeira. Não bastasse toda a emoção das subidas, descidas e curva, você ainda chacoalha loucamente dentro do carrinho, porque os trilhos tremem junto. Gosto muito também da montanha-russa no escuro, a Vurang, onde você não enxerga nada, tem só as sensações de rodar, descer e virar.

Dentro do parque há lanchonetes e restaurante para você se alimentar sem problemas. Comemos um trio de sanduíche, batata e refrigerante. Não era barato, mas era bem grande, então valeu pela refeição do dia todo. Não há problemas com banheiros e bancos para descansar. E, é claro, não faltam lojinhas para comprar lembranças, roupas etc.

 Junto ao Hopi Hari há o Wet'n Wild, uma filial do parque aquático de Orlando. Nunca fui, então não posso emitir opinião. O que posso dizer é que vive cheio. Outra semelhança com a cidade americana é o outlet instalado em frente aos parques. É do mesmo grupo dos Premium Outlets, famosos nos EUA. Algumas lojas têm um preço bom para os produtos descontinuados, então não espere achar variedade de cores e tamanhos. Porém, nenhuma delas chega nem perto da pechincha dos shoppings americanos. Serve para comer na saída do parque, pois tem várias lanchonetes.

Os valores de ingresso estão no site, assim como os preços das excursões rodoviárias que partem de várias capitais do país para lá. Para quem não está em São Paulo, o mais confortável é ir de avião até Campinas e alugar um carro. Para pernoitar, escolha Campinas também, porque dá pra pagar menos por hotéis melhores.

Se alguém tiver dicas de hotéis ou de outras formas de se chegar ao parque, por favor, deixe-as aqui para ajudar aos coleguinhas (e a mim!) na nossa próxima ida.

Até a próxima!

sábado, 8 de outubro de 2011

Club Med Rio das Pedras


Estivemos este ano no Club Med Rio das Pedras, localizado em Mangaratiba. Só tenho uma coisa a dizer: adorei!

O hotel está no meio da Mata Atlântica, tem uma praia praticamente particular, muito conforto e muita diversão. Os G.O.s (Gentis Organizadores) fazem de tudo para que você se sinta o mais contente possível. Eles inventam brincadeiras, distraem as crianças e apresentam o show noturno.

Não falta o que fazer por lá. O hotel conta com muitas quadras de tênis, quadra de squash, piscina, jacuzzi, um riozinho onde dá pra fazer canoagem, academia, tiro com arco, quadra de futebol, volêi de praia e esqui aquático. Fora o mar, que é tranquilo e gostoso. Os quartos são ótimos, porém sem grandes atrativos, para que você não permaneça neles. Até porque há atrações o dia todo e à noite também.


Ah, e o fato de ser all inclusive contou muito para a minha avaliação.


Imagine: você está na piscina tomando um sol. De repente, pára um garçom do seu lado com um copo de chopp gelado e um potinho com amendoins. Você acha que é uma miragem, mas aceita de muito bom grado. Pouco depois bate uma fominha. Você levanta da sua espreguiçadeira e vai até a lanchonete (a 5 passos de distância). Olha a vitrine com sanduíches, vê um pão de queijo saindo, mas decide comer uma pizza. Calabresa ou margherita é a dúvida que te assola. A máquina de refrigerantes está ali ao lado, porém você não dá muita atenção a ela. Volta para a piscina e a garçonete pergunta: "aceita uma caipirinha?". Enquanto você esá pensando no sabor do seu drink, surgem G.O.s com um cordeiro inteiro no espeto. Sim, vai haver um churrasco na praia. Você almoça, sem muito apetite, afinal já beliscou tanto... O fato de ter sido montado um evento gastronômico do lado de fora não elimina o gigantesco bufê no restaurante. Se quiser, dá pra almoçar nos dois. Durante a tarde, petiscos no bar e guloseimas na lanchonete. Para jantar, você escolhe entre o restaurante à la carte e o bufê. No restaurante principal, há um problema. Fica muito difícil escolher entre as maravilhosas saladas, o churrasco, as massas, a inevitável pizza, os peixes, os pratos do chef e o bufê infantil. "Meu deus, o que vou comer hoje?" é um pensamento recorrente. Pra fechar a noite, curte-se uma baladinha no bar, que é transformado em boate, acompanhado por champagne, whisky, vodka com energético, caipiroska, chopp, coquetéis ou água mesmo. Fica a seu critério.

As crianças, então, nunca vi mais felizes. Lembra de quando você era pequeno e sonhava em só comer besteira? Lá, elas fazem isso. Vimos crianças comendo pizza e tomando sorvete no café da manhã, almoçando hambúrguer e batata frita e enchendo seus copos nas máquinas de refrigerante o dia inteiro. Dreams come true.

Agora imagine isso acontecendo todos os dias e, na hora de fechar a conta, não ter que ficar fazendo cálculos sobre quantas águas bebeu ou quantas sobremesas pediu? Como diria a propaganda, não tem preço!

Não sei falar sobre o valor das diárias reservando particularmente, porque compramos o cupom em um site de compras coletivas. No nosso caso foi barato. Mas, mesmo que tivesse sido o dobro do preço, estaria bem pago. Acredito que todo mundo deva passar alguns dias nessa vida boa para ver como é bom estar à toa.